Sábado, 24 de Julho de 2021 07:59
67 99698-9354
21°

Alguma nebulosidade

Campo Grande - MS

Dólar com.

R$ 5,2

Euro

R$ 6,12

Peso Arg.

R$ 0,05

Mato Grosso do Sul Seca

Mato Grosso do Sul é o terceiro estado com maior área com seca no País

Conforme Monitor das Secas, fenômeno teve agravamento no estado em maio

11/07/2021 15h31 Atualizada há 6 dias
1.115
Por: Redação
Mato Grosso do Sul é o terceiro estado com maior área com seca no País

Mato Grosso do Sul é o terceiro estado com maior área com seca do Brasil, segundo aponta o Monitor das Secas, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

Conforme o relatório divulgado neste mês, com dados referente ao mês de maio, uma área de 327.125 km² de Mato Grosso do Sul registra seca.

O Estado só fica atrás da Bahia (567.295 km²) e Minas Gerais (450.923 km²).

Além disso, na comparação com abril, as áreas com seca tiveram aumento no Estado, com 100% do território apresentando o fenômeno.

Últimas notícias

Em termos de severidade, Mato Grosso do Sul e outros nove estados tiveram um agravamento da seca em maio: Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo.

Ainda com relação à severidade, o Estado também figura em terceiro no ranking nacional.

Conforme a ANA, o agravamento da seca em Mato Grosso do Sul é devido às chuvas abaixo da média.

Conforme o meteorologista Natálio Abrahão, a estiagem já dura quase um mês no Estado.

Não há chuvas significativas há 31 dias em Campo Grande, enquanto no interior do Estado a média é 28 dias sem precipitações, ultrapassando um mês em alguns locais.

A estiagem é característica do período de inverno, assim como o tempo seco, com baixa umidade relativa do ar, chegando em índices do deserto, abaixo de 12%.

A tendência é que a situação se intensifique no próximo mês. Isto porque, historicamente, agosto é o mês mais crítico com relação às condições de tempo seco no Estado.

Conforme a Agência de Águas, a seca causa impactos em curto e longo prazo. 

Os impactos de curto prazo são para déficits de precipitações recentes até seis meses. Acima desse período, os impactos são de longo prazo. 

Um dos impactos causados é o aumento de incêndios florestais, que já começaram a ser registrados no Estado, especialmente na região do Pantanal.

Nenhum comentário
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Ele1 - Criar site de notícias