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Mato Grosso do Sul COVID-19

Em MS, 10 mil crianças tiveram covid e 8 morreram

Dentre os estados brasileiros com menos mortes, MS perde para Amapá, Tocantins, Acre e Distrito Federal

07/06/2021 16h18 Atualizada há 1 semana
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Por: Redação
Em MS, 10 mil crianças tiveram covid e 8 morreram

Dados da plataforma Mais Saúde, da SES (Secretaria de Estado de Saúde), indicam, 10.867 casos de covid-19 confirmados entre crianças em Mato Grosso do Sul. Mas dentre todas as unidades federativas do Brasil, MS está entre as que menos tiveram crianças de 0 a 9 anos mortas pela covid-19. Foram oito óbitos até maio deste ano, conforme dados do Sivep-Gripe (Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe) 

A comparação entre estados foi feita pelo Jornal O Estado de São Paulo.  Levantamento revela que o Brasil é o segundo país no mundo com maior número de óbitos pela doença em crianças, perdendo apenas para o Peru, também na América Latina. Foram 32,6 mortes a cada 1 milhão. Na Inglaterra, por exemplo, a taxa cai para 0,5 a cada milhão.

Dentre os estados brasileiros com menos mortes, MS perde para Amapá, Tocantins, Acre e Distrito Federal. Os três primeiros tiveram cinco óbitos e o DF, seis. Maior número de óbitos por covid entre crianças de 0 a 9 anos ocorreu em São Paulo, com 101 casos num universo de 3.262 internações.

Atualmente, a taxa de ocupação de leitos de UTI pediátricos em MS é de 160%, sendo que há apenas cinco vagas, mas há oito crianças internadas de forma improvisada.

Como já  é de conhecimento geral, maioria das crianças têm quadros assintomáticos ou com sintomas leves de covid. Estudos recentes indicam que isso ocorra porque as crianças teriam menor quantidade de receptores do vírus ou maior exposição recente a outros coronavírus comuns, como os que causam resfriados, o que propiciaria uma proteção cruzada. Também é elencada a possibilidade de imunidade inata mais desenvolvida.

No entanto, nos raros, mas existentes casos de agravamento, ocorre a chamada SIM-P (Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica), que pode se manifestar em até 4 semanas depois da contaminação inicial pelo SARS-CoV-2.

Tal síndrome é caracterizada por febre persistente e inflamação em diversos órgãos, como o coração, o intestino e, em menor grau, os pulmões. A enfermidade também leva a dores abdominais, insuficiência cardíaca e convulsões.

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