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Nova Alvorada do Sul Queremos vacinas

Nova Alvorada do Sul não adere a movimento para comprar vacinas para toda a população

Apenas 8 prefeitos de MS aderem a consórcio para comprar vacinas contra covid

03/03/2021 16h18
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Por: Redação
Nova Alvorada do Sul não adere a movimento para comprar vacinas para toda a população

Dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, apenas oito manifestaram intenção de  integrar consórcio para compra de vacinas contra a covid-19, conforme a lista da FNP (Frente Nacional de Prefeitos), responsável pela iniciativa. O prazo para terminar a fase de adesão vence no dia 5. E o municipio de Nova Alvorada do Sul não aderiu ao movimento e poder comprar a vacina.

Depois, a intenção da federação é formalizar o organismo até 22 de março, para poder negociar com a indústria farmacêutica, a partir do volume de doses necessárias.

Como qualquer transação comercial, o entendimento é de que quanto maior for a demanda apresentada, mais chances de êxito.

No País, até a última atualização, eram 649 prefeituras, de um universo de 5,5 mil. As de Mato Grosso do Sul são Campo Grande, Ribas do Rio Pardo, Rochedo,  Vicentina, Selvíria, Três Lagoas e Figueirão, esse último um dos menores e mais jovens municípios do Estado.

O prefeito da cidade de 3,2 mil habitantes, Juvenal Consolaro (PTB), afirma que decidiu apoiar a iniciativa como forma de ter alternativas para proteger a população da covid 19. “Aqui tivemos três óbitos, mas estamos cercados de cidades contaminadas”, cita.

Figueirão está com as aulas suspensas  nas escolas e creches públicas até que a situação da pandemia esteja sob controle.

À frente diretamente da tarefa, o vice-prefeito João Roberto Mortari (PTB, que é enfermeiro, diz que em Figueirão a população a ser imunizada, no total, é em torno de 3 mil pessoas.

Segundo ele, depois de formalizado o consórcio, vai ser feita a cotação do custo da medicação preventiva e será apresentada minuta de lei para aprovação na Câmara de Vereadores do gasto.

Até o mês passado, havia uma dúvida sobre a permissão legal para estados e municípios fazerem esse tipo de compra, já que é o Ministério da Saúde quem conduz a política de vacinação no País.

Mas como o Supremo Tribunal Federal deu o aval, o sucesso da tentativa vai depender da articulação entre as prefeituras com as empresas fabricantes de vacina.

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