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Mato Grosso do Sul TRE

TRE cassa candidatura do mais jovem candidato a senador de MS

TRE cassa candidatura do mais jovem candidato a senador de MS

07/09/2018 16h17 Atualizada há 2 anos
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Por: Redação
TRE cassa candidatura do mais jovem candidato a senador de MS
A Justiça Eleitoral indeferiu, na noite desta quinta-feira, a candidatura do farmacêutico Thiago Freitas (PPL), 36 anos, o mais jovem dos postulantes a senador nas eleições deste ano em Mato Grosso do Sul. A cassação é a primeira dos julgamentos que devem causar polêmica na próxima semana. O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) indeferiu o registro de Thiago porque ele não se desincompatibilizou seis meses antes da eleição do cargo de subsecretário estadual de Políticas da Juventude. Ele só foi exonerado no início de julho, três meses antes. O pedido de impugnação foi feito pela Procuradoria Regional Eleitoral, que destacou o fato da desincompatibilização ser obrigatória até o início de abril. Thiago anunciou que vai recorrer da decisão. Ele alegará que não ordenava despesa e estaria dentro de resolução do Tribunal Superior Eleitoral de 2014, de que nesses casos o afastamento poderia ocorrer até três meses antes da eleição. A polêmica está na denominação do cargo, que era de direção e assessoramento. Para o Ministério Público, o exercício do cargo de chefia se enquadra na norma que determina o afastamento seis meses antes. O Partido Pátria Livre poderá recorrer contra a decisão até domingo. Thiago é o mais novo dos 13 candidatos a senador nas eleições deste ano. Dos quatro candidatos restantes, o caso mais polêmico envolve o ex-governador e deputado federal Zeca do PT. Condenado em segunda instância por improbidade no escândalo da farra da publicidade, o petista recorreu, mas o julgamento do recurso foi adiado para 16 de outubro deste ano. Especialista em direito eleitoral e assessores garantem que o adiamento assegura o deferimento da candidatura de Zeca. Ele é o segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto e apontado com um dos favoritos para ser eleito senador. O outro caso envolve a candidata Soraya Thronicke (PSL), onde a procuradoria questiona o suplente, o advogado Danny Fabrício. Ela é a candidata do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que causou comoção ao ser esfaqueado nesta quinta-feira. O terceiro caso envolve o procurador de Justiça Sérgio Harfouche (PSC), que ameaça atropelar candidatos com mandato, como o senador Waldemir Moka (MDB), e com mega estrutura, como o ex-secretário estadual de Infraestrutura, Marcelo Miglioli (PSDB).
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